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Archive for the ‘Livros’ Category

Para tentar manter isso aqui atualizado, resolvi postar os livros que estou lendo durante o ano. Cada mês irei postar meus comentários sobre as leituras do mês anterior. Deveria ter criado o post mais cedo e não no final do mês, mas tá valendo xD

O saldo de Janeiro são dois livros:

 

O Símbolo Perdido de Dan Brown

Simplesmente adoro os livros de Dan Brown, e mesmo que falem ah mas é tudo igual, a história é sempre a mesma e blablabla, eu gosto mesmo assim e pronto. A leitura é muito fluida e me empolgo fácil. Comecei a ler os livros dele quando geral tava na vibe do Código da Vinci, quando vi que ele tinha escrito outro livros e que um deles era Anjos e Demônios, lembrei que meu pai tinha esse livro e resolvi lê-lo antes do Código. Logo depois comprei Fortaleza Digital e em um dia tinha lido o livro, Ponto de Impacto demorou mais, terminei em um final de semana. O Código da Vinci demorei mais para ler, e li a versão ilustrada que saiu. Li eles sei lá, há uns 5 anos atrás? Então esse ano resolvi ler o Símbolo Perdido e ver se conseguia me empolgar como antigamente. Esse eu li no iPhone, mesmo tendo o físico, por questões de facilidade para ler, foi bom que pude controlar e não devorei o livro xD

Um resumo rápido do livro, não vou ficar fazendo sinopse do livro porque tem por aí aos montes… Novamente temos o Robert Langdon, que agora se envolve com os mistérios da maçonaria, um tal de Mal’akh que articula vários eventos para que Langdon o ajude a decifrar e revelar o segredo da Pirâmide Maçônica e obter o poder dos Antigos Mistérios. Outro personagem importante é Katherine Solomon, cientista teórica das ciências noéticas (até ler esse livro desconhecia essa ciência…) que ajuda Langdon a decifrar o mistério. No mais, se falar muito estraga.

 

É Agora… Ou Nunca de Marian Keyes

 Ah! Esse é o tipo de livro que classifico como livro de menininha. Pois é, apesar desse meu jeito macho de ser, gosto de coisas de meninas também tá (na verdade com meu gosto eclético é dificil achar algo que não goste, vocês vão ver pelos tipos de livros que vão aparecer nas próximas postagens xD).

Então, Marian Keyes para quem não sabe é uma escritora irlandesa que creio eu, estourou por aqui com o livro Melancia lançado no Brasil em 2003. Ano passado li os quatro livros dela anteriores a esse (Melancia, Férias!, Sushi, Casório?!) todos pelo iPhone. E esse ano segui a sequencia com É Agora… Ou Nunca.  A autora entra no mesmo esquema de Dan Brown, achou uma fórmula e segue ela em todos os livros, as histórias são sempre parecidas, coisas relacionados com o cotidiano, vida de solteira, divórcio, crecimento profissional, relacionamentos, casamento, filhos, problemas com drogas, vício em alcoolismo e por aí vai.

A história de É Agora… Ou Nunca é principalmente sobre três amigos, Tara, Katherine e Fitan que nasceram na Irlanda e foram para Londres em busca de crescimento profissional. Tara namora um sujeito folgado que só reclama e ainda fala mal dela (chama ela de gorda!). Katherine é bem resolvida com sua vida de solteira, porém teve uma decepção amorosa aos 19 anos que deixou cicatrizes que ainda não foram curadas. Fitan é homossexual, nunca escondeu isso, só que adquiri uma séria doença, sendo assim ele estimula as duas amigas a mudarem suas vidas de forma que elas aproveitem o máximo.  Marian Keyes conta as mudanças na vida dessas três pessoas de forma discontraída e cômica. Tipo de leitura rápida e divertida que eu adoro.

Esses foram os livros do mês de janeiro, espero ler bastante livros esse ano, dos mais variados gêneros, vou postando aqui para vocês acompanharem e comentarem, aceito recomendações nos comentários, só não prometo que lerei logo xD

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Um dos assuntos que sempre me fascinou é mitologia, em especial a grega, principalmente devido à CDZ.  Há tempos vi uns livros no submarino, que as capas muito me chamaram a atenção e logo pensei “ih, parece ser o tipo de livro que eu curto”. Mas como a lista de “livros que tenho que ler antes de morrer” só aumenta, acabei deixando em stand by, ainda mais que a série era composta por três livros até aquele momento (o quarto livro não tinha chegado por aqui ainda).

Esses dias (ou meses passados, ando perdida no tempo), ouvi o Rapaduracast que falava sobre o primeiro filme lançado da tal série, e lá foi eu adentrar no universo de Percy Jackson. Confesso que só de ouvir comentários sobre o filme, mesmo apesar das críticas, quis logo ler os livros. Deuses do Olímpio, adolescentes, semideuses, mitologia inserida no mundo real… Tudo isso, de cara, me fascinou. Fascinou ao ponto de eu correr para terminar de ler os quatro livros da série e esperar ansiosamente o próximo.

Mais uma vez, vou contra algumas críticas que escutei/li por aí. Concordo no ponto em que a série não tem lá uma literatura muito rica. É simples, de leitura fácil e rápida, mas acho que talvez seja simples para aqueles que assim como eu, já não se encontram mais na categoria infanto-juvenil. Temos que levar em consideração que o livro foi feito para este público-alvo. E não é porque eu passei dessa faixa de idade que deixarei de ler, se o tema do livro me interessa. A diferença talvez, seja que eu tento ler com a cabeça (visão) e a empolgação de um adolescente, abstraindo algumas coisas e tentando entender o quê de interessante tem na história que pode chamar a atenção deste público. Dois pontos devem ser levados em consideração, um é o grau de maturidade de quem está lendo, uma criança tem imaginação bem melhor que adultos, e o outro é a época, o que chama a atenção de uma criança hoje em dia não é o mesmo que chamava a atenção de crianças de gerações passadas.

 Uma coisa que acho interessante e importante nesses temas que tem aparecido na literatura infanto-juvenil (entenda de vampiros à mitologia), e que pessoas de minha idade tem o costume de criticar aos trancos e barrancos, é que mesmo sendo histórias simples, pelo menos esses livros estão fazendo com que cada vez mais os jovens leiam, apresentando um assunto novo para eles, e permitindo com que eles pesquisem e se aprofundem mais. A mediocridade da leitura depende não só do autor como também do leitor. Só porque a literatura é simples, não quer dizer que você vá parar por ali. Ao ler Percy Jackson, todo momento que aparecia algum personagem na história eu logo procurava no Wikipédia para conhecer/lembrar, até mesmo daqueles mais famosos que todo mundo conhece (Zeus, Poseidon, Atena), e mesmo assim aprendi alguma coisa nova sobre cada um deles. 

O que me fez interessar em mitologia grega quando eu era criança, foi Cavaleiros do Zodíaco. Retratar mitologia é complicado, são muitos personagens, detalhes, é visto por muitos (e inclua vários adultos nisso) como uma chatice pura, e se não for colocada de modo interessante, simplesmente não chama atenção. Acredito que o estilo do autor, faz parecer interessante a mitologia grega e tenho fé de que, assim como CDZ, me fez procurar pelo assunto, Percy Jackson fará de alguns jovens, fãs de mitologia.

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new moon

 “Estas alegrias violentas têm fins violentos
Falecendo no triunfo, como fogo e pólvora
Que num beijo se consomem.”

Romeu e Julieta

Ato II, Cena VI

 

  

 

E assim começa  o segundo livro da série de Stephenie Meyer, Lua Nova. Não irei falar da sinopse, afinal isso tem por aí. Novamente irei falar das impressões que tive durante a leitura dessa série que é um sucesso entre jovens adolescentes principalmente do sexo feminino.

Para começar, cada vez que leio um livro da saga,  fica mais claro para mim, o porquê desse sucesso todo com esse “romancezinho de vampiros meia boca” como muitos devem achar. E o porquê desses livros  chamarem minha atenção, mesmo eu não sendo mais adolescente.

Se você é como eu, que já passou da tão famosa  fase da aborrecência adolescência, talvez tenha percebido também, o que tem nesse romance que atrai tanto a garotada. 

Tentarei explicar para vocês o que pensei. Escreverei as frases no feminino,  mas não que sejam somente para as mulheres, é só para não ficar escrevendo ela/ele, o/a toda hora xD

Qual adolescente nunca teve uma paixão avassaladora? Que garota nunca teve que ouvir da pessoa que mais ama, que ele não a quer mais? Que começa um relacionamento que é um mar de rosas e do nada, quando menos se espera, se vê no fundo do poço, numa tremenda depressão porque o amor de sua vida lhe abandonou ou te mandou sumir de sua vida? E Quem, numa situação de fossa como essa, nunca se deparou com alguém que resolveu aparecer, te dar toda a atenção do mundo, ficar do teu lado e gostar de você quando quem você mais queria não te dava a mínima e tinha simplesmente sumido do mapa ou fingir que você não existe mais? E que isso faz você parar para pensar, que talvez, você poderia tentar gostar do outro que apareceu, mesmo sabendo que no fundo seu coração você conseguiria somente gostar dele mas não amá-lo? Pois bem, é tudo isso que a Bella repassa, a aflição de perder quem se ama, a decepção do abandono, a depressão de fossa/fundo do poço, a angústia de continuar vivendo no mesmo lugar em que o conheceu, a tortura que é viver se quem te motivava a isso não está mais contigo, a dúvida que surge ao aparecer aquela pessoa que te tira da fossa, e por aí vai… Aqueles problemas bem típicos de adolescentes, e acho que por esse motivo, pela identificação, pelo fato de que muitos adolescentes estão passando pelo mesmo caso de Bella, que esse romance de vampiros faz tanto sucesso.

À medida que vamos envelhecendo, acho que ficamos insensíveis. Começamos a achar esses “problemas de adolescentes” um bando de besteiras. Não acho que sejam besteiras, simplesmente pelo fato de já termos vivido, enfrentado e superado esse tipo de situação julgamos e damos as famosas dicas aos jovens: “com o tempo passa… o tempo cura tudo…”, mas esquecemos de como esse processo pode ser doloroso e algumas vezes traumático. E talvez por isso, as pessoas mais velhas achem tudo isso, apenas um romance clichê. A diferença está no fato de que os adolescentes estão vivendo toda essa turbulência de sentimentos assim como Bella e Edward. E as pessoas mais velhas já se desencantaram com esse tipo de coisa.

O fato de eu gostar dessa série, é justamente as emoções que vem a tona ao ler os livros, junto com  Bella, eu sinto amor, raiva, ódio, medo, aflição, angústia, dúvida e me recordo que teve momentos de minha vida que passei por situações parecidas.

Nesse segundo livro da série,  eu achei meio paradinho, tudo bem que tem os lobisomens e os novos vampiros, mas mesmo assim achei que faltou O vilão principal.

Uma coisa que gostei foi a citação de Romeu e Julieta, o triângulo amoroso criado, a comparação de Jacob com Paris. E confesso que na maior parte do livro fiquei com raiva de Edward e que cheguei a imaginar que Bella merecia um final feliz com Jacob, só pelo fato de Edward ter mandado Bella seguir sua vida sem ele.  Nunca irei entender esse tipo de atitude dos homens, que ama a pessoa mas resolve “desprende-la” de sua vida por algum motivo (seja para protege-la, achar que pode estar atrapalhando, dificultando, etc.).

Ao terminar de ler o livro, fiquei animada para o filme que sai em novembro. Mesmo sabendo que adaptações nunca saem o esperado, quero muito ver o filme e até combinei com minha prima discípula de ir junto com ela, apesar de eu nem curti muito ir ao cinema…

Enquanto o filme não chega, tenho que encomendar o terceiro livro: eclipse 😛

Abaixo Poster do Filme

new moon poster

Fonte: EGO

 

Alguns vídeos que achei no youtube.

 

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Ô feriado bom esse… A única coisa boa do carnaval, para mim, são os dias de folga em função desse feriado… Afinal, para alguma coisa ele tinha que prestar. Pois é, eu não gosto de carnaval!

Então, esse tempo todo em casa e o que fazer?  Bem, como semana passada chegaram uns livros, resolvi ler Crepúsculo, já estava na hora né, tá, eu enrolo um pouco para comprar, mas é que eu  já aprendi que livro sempre abaixa o preço, então é só segurar um pouco a ansiedade que dá para economizar um pouco… e logo, comprar mais livros 😉

Comecei a ler o livro sexta a noite e terminei no sábado de madrugada, confesso que não gosto muito disso, mas só consigo parar de ler algo que gostei depois que termino e pronto. Foi assim com os livros de Harry Potter, com os de Dan Brown, Memórias de uma Gueixa, O Pacto, O caçador de Pipas, A menina que roubava livros e por aí vai…

Bom não vou ficar falando sobre o que é a história do livro (mesmo porque se você não sabe, em que mundo estava ano passado? o.O), caso não saiba, o site do livro é bem legal, e tem a sinopse lá. Então vamos falar sobre algumas coisas que pensei quando li o livro e vi o filme (em geral, as adaptações eu gosto de assistir só depois de ter lido o livro…)

 crepusculo_

 

Primeira coisa, ouvi que a Série de Stephenie Meyer seria como a rival de Harry Potter. WTF? OK, os dois fazem sucesso com o público infanto-juvenil, até mesmo com adultos e etc, mas o que quer dizer que uma veio para “acabar” com a outra? Como assim? Que disputa boba. Se eu gosto de Harry Potter não posso gostar de Crepúsculo? As pessoas tem mania de comparar laranjas com bananas… São histórias completamente diferentes, com essências diferentes… Não é porque eu sou fã de uma que tenho que me privar de ler/ver a outra. Eu parei e pensei nisso, e lembrei de uma coisa,  na época que estreiou Yu Yu Hakusho na TV, eu simplesmente me negava a ver porque achava que era uma cópia barata de Cavaleiros do Zodíaco. Besteira de mentalidade infantil, que hoje eu admito que não passou de idiotice da minha cabeça, afinal quem só tem a perder com isso, sou eu. Então, se tiver algum fanboy de Harry Potter por aí, aconselho que antes de ficar de mimimi e falar mal de Crepúsculo, e negar veementemente a acompanhar a série, que pense bem, pois poderá se privar de uma ótima série.

 

Hammm, uma história sobre… Vampiros… Bem, sempre tive um fascínio por este ser morto-vivo, vai saber de onde veio isso… Uma coisa que me chamou a atenção no livro foi a personificação que a autora deu para os vampiros, o físico deles, o modo de se vestir, que pareceu muito com a minha idéia de vampiro. Nunca vi este personagem como um monstro, tipo na minha mente sempre achei os vampiros seres a nível de Deuses, lindos, inteligentes, fortes, poderosos, ricos, bem vestidos… No entanto, minha personagem quando eu jogava Vampiro – A Máscara, lembrava bem a Trinity de Matrix, óculos escuros, sobretudo preto, botas, etc… (me ocorreu um flashback de uma festa à fantasia que fui, anos atrás, de sobretudo preto e óculos escuros, tenho que apagar essas coisas da memória…)

 

Outra coisa que percebi bastante, como muitos classificaram o livro de livro de menina. Parei para pensar sobre isso, livro de menina… Qual seria o motivo disso? Só por que envolve romance? Mas depois de ler o livro logo percebi, para mim ficou bem claro. O livro é escrito por uma autorA, logo ela, como mulher sabe muito bem o que as mulheres buscam em um homem. O modo como ela descreve toda hora o Edward, um ser lindo, voz aveludada, forte, misterioso, educado, protetor, e isto é só uma parte. O Vampiro ainda faz coisas assim, que a maioria dos meninos dizem ser besteiras de mulherzinha, mas que deixaria qualquer garotinha de 15 anos apaixonada. Afinal mulher não é tão difícil de se entender assim como os homens acham. Veja bem, o cara tá ali, interessado em saber quem você é, as coisas que você gosta, ou seja, qualquer coisa e o máximo sobre você, tá ali para te pegar e levar para a escola, te esperando nos intervalos das aulas, não dá mínima para a garçonete que sai puta ao perceber que ele só olha pra ti, o cara invade teu quarto todas as noites só porque gosta de te ver dormindo (isso antes de você saber), e quando você percebe ele fica ali, deitado do seu lado (sem más intenções) conversando contigo até você cair no sono, sem falar que ele sempre te salva quando você se mete em perigo. Coisas simples, que creio eu, não dói para ninguém fazer, e sim, essas coisinhas simples podem fascinar uma garota. Acho que o que não agradou aos garotos, foi justamente isso, a perfeição do Edward. Cheguei a ouvir o seguinte comentário: ah se vai levar a paquera no cinema, não leve para ver Crepúsculo porque ela sequer vai olhar pra você durante o filme de tão fascinada que vai estar pelo Edward.”

 Homem tem essa mania de querer ser o melhor em tudo e ao ver que não chega nem perto da perfeição do Edward, ele arruma uma desculpa, “Ah esse livro é um porre, o filme é um saco, coisa de mulherzinha…”. Sinceramente, se eu fosse homem, deixaria esse machismo barato de lado, e em vez de ficar de mimimi falando mal de um personagem fictício, tentaria entender o que as garotas viram de tão fascinante neste personagem e tirava algum proveito disso. Então rapazes, em vez de ficar espalhando que a história é uma droga, tente aprender alguma coisa com o Edward.

 

crepusculo-capaO filme. Errr, o filme… Como sempre, como já era esperado, adaptações nunca vão conseguir retratar toda a história do livro. Afinal, a duração não permite e essas coisas… Por isso eu sempre digo, leia o livro e depois veja o filme. Confesso que ao ver o filme, senti falta de muitas partes, me pareceu tudo muito corrido, cortando partes que eu achei importantes. Aí você pode pensar, mas você acabou de falar que é impossível se falar tudo que tem no livro, sim, é verdade. Mas nem por isso precisa ficar um vazio no meio da história, se eu tivesse visto só o filme, a acharia meio ridícula. Por outro lado, sempre gosto de ver o filme também, ver os personagens que imaginei antes (e que na maioria das vezes nunca se parecem com os atores escolhidos para o papel), os cenários, até mesmo o que mudou em comparação com o livro.

Ah e uma coisa que achei estranho, eu sempre leio o livro antes de ver o filme, e dessa vez por causa da popularidade toda do filme e tal, quando li a história já estava com as imagens dos personagens principais do filme na cabeça, já tinha visto os cartazes. Mesmo que na hora de ler eu tentasse imagina-los do meu jeito, no fundo já tinha uma noção dos dois… Se bem que, mesmo assim, na minha cabeça o Edward era bem mais que o Robert Pattinson.

 

E… Chega de falar né… Fica aí para quem não leu, a minha recomendação do Crepúsculo, eu já sabia que iria adorar a história, por isso esperei, pois teria que ter tempo para devorar o livro… Essa semana vou encomendar o segundo livro da série Lua Nova. Recomendo também o filme, que apesar de não ter me impressionado muito, vale à pena a conferida.

 

E para finalizar, se eu tivesse a oportunidade de virar Vampira, eu não pensava duas vezes xD

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[Meme] 161

Owww eu adoro quando alguém se lembra de mim nos Memes xD. E a Miwi, que tá  famosa e até aparece em jornal agora, sempre é uma que lembra de mim!! Bom, esse Meme achei bem interessante ^^

 

Então vamos lá:

1. Pegue no livro mais próximo, com mais de 161 páginas
2. Abra o livro na página 161.
3. Na referida página procure a 5ª frase completa.
4. Transcreva na íntegra para o seu blog a frase encontrada.
5. Passe o desafio a cinco pessoas.

 

Bom a minha cabeceira tem uns 5 livros, eu não consigo ler um livro só, vou lendo vários ao mesmo tempo xD

Então como é para pegar o mais próximo, vai o que tá em cima que foi o último que li alguma coisa.

Aprende-se a conviver com pequenas aflições, como a tendinite, a techno music e o Congresso Nacional, pensando: “No Afeganistão está pior!”

O Mundo é Bárbaro – Luis Fernando Veríssimo

Eu acho Veríssimo um cara fantástico, adoro os textos dele, suas crônicas, ele é um cara que faz a gente pensar quando lemos o que escreve. Ainda vou ter a coleção de livros dele. Esse aí eu ganhei do meu cunhado de natal 😛

 

Para quem quer saber mais sobre o livro, segue a sinopse:

Passados 508 anos, o ser-humano parece inviável, segue ateando fogo à Terra e nada indica que um superbombeiro se aproxima para a apagar o incêndio. Do meio ambiente à política, passando pela economia e pelo comportamento bárbaro das pessoas no dia-a-dia, sobram argumentos para os pessimistas. Mas nem tudo está perdido. O planeta é habitado pelo humor de Luis Fernando Verisimo e sua salvação está nas crônicas reunidas no livro O Mundo é Bárbaro. Escolhidas num universo de 500 textos, entre os melhores que o autor escreveu nos últimos oito anos, elas discutem a ascensão chinesa, a guerra contra o terror, a candidatura de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos e o passado e o futuro do Brasil e da América Latina. Simultaneamente, fazem um raio x acurado do comportamento do homem contemporâneo.

Para quem se diverte e sofre com nosso mundo bárbaro, este livro pode ajudar a decidir, como observou Zuenir Ventura, qual o melhor Veríssimo – “aquele que faz a gente rir enquanto pensa ou o que nos leva a pensar enquanto sorrimos”.

 

Bom, é isso, e como sempre eu não tenho 5 pessoas para indicar xD, então vamos lá, apesar de não ser sobre games o meme convido o Hunterpiro, o Ryunoken e o R_the_alien (esse não sei se gosta de participar de memes, mas fica aí  o convite xD). E quem quiser participar também fique à vontade 😛

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Depois de ler o post da Miwi sobre a livraria online, BetterWorld, eu que sou apaixonada por livros, não poderia de deixar de conferir fazendo um pedido. O frete quando a Miwi fez o post era de $2.97, agora ao entrar no site está informando $3,97. O mais legal (além do frete bem em conta), são os valores da empresa voltados para a responsabilidade social e ambiental e a missão de promover a literatura no mundo.

Fiz o pedido do livro do Garfield: Garfield Fat Cat Volume 1 by Jim Davis.

O Livro chegou em perfeitas condições. No site diz que o tempo para entrega é 10-21 dias úteis. Fiz o pedido dia 6 de Agosto, dia 9 recebi email falando que o pedido já tinha sido enviado e ele chegou ontem 😀

Então, assim como a recomendação da Miwi, fica a minha também. Bom para quem quiser comprar um livro que não é tão fácil de se encontrar por aqui e o frete não sai caro. Aqui tem coisas que me interessaram, logo logo farei mais pedidos xD 

So… Vamos contribuir para um mundo melhor! E de quebra ficarmos um pouco mais cultos…

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