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Esses dia vi uma twittada de uma amiga que tinha algo sobre ColheitaFeliz/mãe/ironia/crítica/HarvestMoon, acho que mais ou menos com esses termos…

Fiquei refletindo sobre isso, e sobre esse boom de joguinhos (que até sua mãe, tia, vó estão jogando) que surgiram nas redes sociais, Colheita Feliz, Mini Fazenda, Farmville e por aí vai… E como as pessoas que sempre te criticaram pelo seu vício, hoje fazem praticamente a mesma coisa.

Aí eu lembrei de que quando eu ficava horas e horas no meu Game Boy Color jogando Harvest Moon. Muita gente me perguntava qual era a graça de ficar jogando um joguinho que simula a vida na fazenda, de arar terra, plantar, regar, vender, criar animais, ser fazendeiro. E por mais que eu tentasse explicar que eu gostava daquilo, que eu achava o máximo poder ter a minha fazendinha, começar com uma galinha e depois de um tempo ter um belo dum gado com a melhor produção de leite da cidade, a única coisa que ouvia era um “Nossa, realmente você é esquisita… Gostar de uma coisa dessas, que coisa mais sem graça! E chata!”. 

E eu na minha esquisitice ficava lá, em um cantinho jogando sem muito me importar de ser taxada de estranha, esquisita e até mesmo anormal, afinal de contas eu sempre gostei de coisas da cultura nerd/otaku/gamer, então já estava mais que acostumada com esses tipos de comentários.

Atualmente, filosofando sobre o comportamento humano, vejo como certas coisas que antes consideradas como coisa de gente estranha, hoje são mais do que pop. Que o papel se inverte, e ser o esquisitinho da turma é não jogar o tal Colheita Feliz, “Mas como assim você não joga? Tá todo mundo jogando seu desatualizado, é o joguinho do momento, tu vive em que mundo?”. E você, caro amigo, que antes era taxado de anormal por gostar de um joguinho chato que imita a vida pacata da roça, mais uma vez é o estranho da turma.

Pensamento vai, pensamento vem, acabei lembrando de outra coisa que virou pop atualmente, que sempre curti e era muito criticada por isso, os vampiros… Ah os vampiros… Como tinha gente que me olhava de cara torta quando eu falava que achava vampiros seres lindos, maravilhosos, extraordinários, magníficos. Na minha mente eles sempre foram assim, e muito antes de aparecer vampiros românticos mamãocomaçúcar purpurinados.

Foi então que percebi que aquilo que é normal é aquilo que lhe convém. As pessoas só acham normal, aquilo que só lhes interessam, coisas que no momento não fazem parte do seu padrão é coisa de gente anormal. Você gostar de uma coisa meio underground é coisa de gente estranha, porque quase ninguém conhece, ou melhor, só um pequeno nicho conhece.

E se um dia essa coisa se tornar popular, ah meu amigo, anormal passa a ser não conhecê-la.

Isso foi apenas um desabafo de uma pessoa que sempre foi nada normal 😛

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[MEME] Pecados Gamísticos

Fui convidada pelo Cyber Woo do New Old Players para participar do MEME PECADOS GAMÍSTICOS. Quando vi o nome logo pensei, ih ferrou, vou ter que confessar que já usei Game Genie e Game Shark para conseguir terminar alguns jogos, shame on me xD

Mas ao ir lá conferir o meme, vi que não bem isso, na verdade é para revelar aqueles jogos que temos vergonha de não ter jogado ainda (acho que é isso!). O meme começou no Game Retrô.

Depois da revelação toda, muita gente vai achar que eu sou uma jogadora de meia tigela hahaha xD. Mas fazer o que, vamos para o confessionário Bial!

 

Franquia Final Fantasy – “eu ainda vou terminar todos os Final Fantasy, I want to believe…”

Se é pra revelar as coisas, então vamos começar com uma bombástica. Final Fantasy? Como assim? Quem já teve a oportunidade de conversar comigo sobre games certamente me ouve  falando de final fantasy pra cá, final fantasy pra lá, e sabe que coleciono os jogos dessa franquia, então por que ela está sendo citada aqui?  Pois é amiguinhos, vou ter que decepcioná-los, mas apesar de colecionar os jogos ainda não tive tempo de jogar muito deles, para amenizar um pouco a minha culpa, já joguei alguns sim, mas muito pouco, a ponto de nem chegar na metade do jogo. So, shame on me… Mas como eu já prometi para mim mesma, antes de morrer vou terminar todos os Final Fantasy que conseguir juntar até lá xD

 

Franquia Dragon Quest – “nunca joguei dragon quest”

E você ainda se diz gostar de jogos de RPG? Ahh, fui crucificada agora pelos rpgistas de plantão… Mas é verdade, ainda não joguei sequer algum Dragon Quest. Mas ainda tenho tempo de me redimir, não é mesmo? E também tenho que viver, ao menos uns 100 anos, para conseguir jogar todos os jogos de RPG que quero xD

 

Chrono Trigger – “juro que um dia termino!”

Agora perdi os poucos créditos que tinha com os rpgistas, uns devem estar comentando, essa garota tem problemas sérios, diz gostar de RPG e não terminou nenhum Final Fantasy, não jogou nenhum Dragon Quest e agora me vem com essa… Sabe o que é? Tentei jogar em emulador já que não consegui um cartucho do SNES para comprar, mas eu odeio emuladores, o que fez com que eu parasse de jogar logo. Agora eu tenho a versão do DS, vamos ver se assim pelo menos eu termino, mas esses jogos precisam de tempo para se jogar com calma, e ultimamente tá dificil viu, e se começo a jogar, paro logo depois, e esqueço de onde parei, e tenho que começar tudo de novo…

 

Super Metroid – “Samus, who?”

Um dos consoles que mais joguei na infância foi o SNES, e um jogo que nunca tive a oportunidade de jogar é o Super Metroid. Bom, como alguns sabem, quem comprava meus jogos era papai, sim, foi ele que me levou para este vício, então eu não escolhia meus jogos e nem tinha noção sobre quais eram tops e tal, saía jogando os que apareciam aqui em casa e pronto. Nessa brincadeira, Super Metroid passou batido ao ponto de eu só ouvir falar em Samus Aran em Super Smash Bros do n64. Mas como boa nintendista que sou, um dia ainda jogo este também, ou não.

 

Franquia Kirby – “bolinha fofa rosa sugadora da nintendo? ham?”

Outro jogo que passou batido por mim… Assim como a Samus, só fui conhecer este ícone da nintendo em Super Smash Bros, e só fui pesquisar sobre o Kirby (anos depois) porque ele virou o personagem que eu mais jogava em SSM.

 

Master System e Mega Drive – “e não é a mesma coisa?”

 Ouch! Ah tá, um é de 8bits e outro de 16bits… Juro que nunca soube qual era qual… Tá, já deu para perceber que sou nintendista mesmo né… Minha infância foi só nintendo, nintendo e nintendo. Em função disso já deu para perceber que perdi uns jogos clássicos desses consoles, não? Então vou listar uns joguinhos que não pude  jogar e gostaria de ter jogado quando era criança: Golden Axe, Alex Kidd, Sonic, Streets of Rage. Bom foi os que lembrei agora…

 

Então tá né, chega de confissões (de minha parte), porque já estou mais queimada que Joana d’Arc. E que atire a primeira pedra quem nunca pecou! Convido o meu querido amigo gusta para participar e a Cindy do Disk Chocolate. Se você não tem blog e quiser nos contar seus pecados é só comentar aí 😛

 Blogs Já Confessados:
Game Retrô;
GLStoque;
 
Blogs Convidados:
Dingoo BR;
Retrofantasy;  
– Gagá Games;
ShuGames;

 

 O fato de eu estar viva é uma coisa tão encantadora e maravilhosa que me faz querer viver mais e mais.

Essa semana li o Mangá “1 Litro de Lágrimas“, publicado pela Editora NewPOP. Autora Aya Kito. Arte Kita.

1 Litro de Lágrimas ou Ichi Rittoru no Namida, é baseado em fatos reais e conta  a história da garota Aya, 15 anos,  que tem uma doença incurável (degeneração espinocerebelar) que deteriora o cerebelo gradualmente até a pessoa perder as funções do corpo, não conseguir mais andar, falar, comer, porém o cérebro mantém-se, então a pessoa  continua consciente.

O Mangá é breve porém extremamente profundo, retrata da descoberta da doença até a decisão de mudança de escola por não conseguir mais acompanhar seus amigos de classe que sempre lhe ajudaram. Mas consegue mostrar bem a amizade, sofrimento, superação, amor pela vida.

Este mangá é baseado no livro (de mesmo nome)  publicado logo após da morte de Aya, aos 25 anos. O livro na verdade é a adaptação do diário de Aya, que começou a escrevê-lo por recomendação de seu médico para acompanhamento da doença e ela continuou a escrever até que não conseguisse mais segurar uma caneta. A frase inicial do post foi as últimas palavras que Aya escreveu em seu diário. 1 Litro de Lágrimas também teve uma versão dorama, drama japonês da Fuji Television, e que ainda não consegui assistir.

Esse é o tipo de história que a gente sabe o final, sabe que não será um final feliz, mas que eu gosto de ler, pois me faz lembrar que a gente reclama demais da vida em vez de vivê-la, enquanto tem pessoas que dariam tudo para estar em nossos lugares, pessoas que tem problema muito maiores que o nosso e nem por isso desistem… E paro e penso que o fato dessas pessoas saberem do prazo curto que tem, é o que faz com que elas vivam mais apaixonadamente, intensamente e superam. E quando fazem essa escolha, deixam a sua marca na vida de outros, mesmo que sua existência tenha sido breve.

Como li o mangá na segunda, logo vi uma relação com o filme “A Walk to Remember” que revi no final de semana, o sentimento de querer aproveitar melhor a vida é comum nos dois. Depois de ler/assistir histórias desse tipo a gente acaba refletindo sobre a vida, e percebe quanta coisa boa a gente deixa passar por ficar pensando só no futuro, sendo que a qualquer momento a gente pode não estar mais por aqui, não é? Então pessoas, Carpe Diem.

Ah como eu gosto de futucar o ebay! Acho cada coisa…

Fico contente quando acho certas coisas, não resisto e compro. E cards nunca é demais, não é mesmo? Pelo menos para mim xD 

Se é um que não conheço então… Tenho que comprar um pack nem que seja para ver como é… 

Isso me lembra quando comecei a comprar cards de Magic, eu nem fazia idéia que era um jogo, mas achava o pacotinho legal, gostava dos cards e colecionava, sempre que tinha um pacote novo tentava comprar, isso lá quando eu cursava acho que a sétima série, e só depois de uns 3 anos comprando que fui aprender como jogava porque um amigo viu que eu tinha uma cacetada de cards e não sabia como jogar, aí ele me ensinou. 

Pois é, tenho uma paixão por cards, tenho uma gaveta cheia, desde Magic, até cards de Pokemon TCG, Harry Potter e alguns daqueles que vendem em banca de jornal. 

Dessa vez, achei uns cards Nintendo (não, não é o baralho hanafuda, esse um dia ainda consigo xD), cada pacote na época (1989) custava 25¢ e tinha  3 “Scratch off Cards” (com desenho da tela de algum jogo com uma brincadeira de raspadinha na frente e atrás eram as regras do jogo) e 2 “Stickers” (mesmo descolando o adesivo, atrás do card tinha umas dicas secretas). A coleção era de 60 Scratch-off Game cards e 33 Tip Cards.  

pacotinho de papel de chiclete o.o

Pelos cards que consegui tirar, apareceram os seguintes jogos: The Legend of Zelda, Zelda II The Adventure of Link, Punch-out!!, Double Dragon, Super Mario Bros, Super Mario Bros 2. 

Tirei bastante cards de Zelda xD 

 

  

 Mais fotos no “continuar lendo” o/  

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Pois é, mais uma vez estou um pouco atrasada… Mas nunca é tarde para um divulgaçãozinha, não é?

Ano passado, o site Nintendo Blast, lançou a sua revista digital. Hoje ela está na terceira edição.

Só agora consegui ler as edições, e posso falar, a revista é impecável de tão caprichada, tanto pela beleza do design quanto pela equipe de alto gabarito.

Uma das colunas que achei bem interessante foi a de GameDev. Outra que gostei bastante também foi a Game Music. Ahhh, todas são ótimas, só conferindo para ver 😛

Então fica aí a recomendação da mais nova leitora de carteirinha da Revista Nintendo Blast.

Primeiramente, quero desejar um Feliz Ano Novo a todos os malucos que leem o que escrevo por aqui. Muita Paz, Felicidade, Saúde, Amor, e todo aquele blablablá que todos desejam para todos. E aí, como foi a virada de vocês? Para o primeiro post do ano, nada melhor do que contar a jogatina desse feriado, né? xD

Como eu sou um ser que, cada vez mais, fico mais antissocial, passei o feriadão em casa, noivo tava aqui e veio uns parentes. E enquanto o povo ia para praia eu e meu noivo ficávamos em casa jogando Street Fighter IV do PS3, aproveitar que era a única hora que a TV ficava livre.

Street Fighter é nostalgia pura, quantos Adugem, Róuguem, Téctécteruguem, Cucuz, Alequiful, Tiger Robocop entre outros sons que a gente ouvia e que hoje sabe que não é nem um pouco parecido com isso.

Uma coisa que fiquei triste ao jogar SFIV, eu vi como sou noob demais, sério mesmo, noob do tipo que o EASY é dificil demais, o VERY EASY é dificilzinho, e o EASIEST é for noobies, mas senti que o chefão apela.

Pois então, ficamos tentando abrir os personagens, só que é um processo meio demoradinho, até que li em algum site, que para liberar os personagens poderia ser no EASIEST e apenas com um round, depois da dica ficou bem mais rápido…

Liberamos os que precisavam de terminar o modo Arcade com determinados lutadores e ficou faltando liberar o chefão, Seth (que para mim é cópia do Dr. Manhattan de Wacthmen). Faltou liberar o maldito porque tivemos um trabalhinho ao jogar com o Blanka, alguém aí sabe jogar bem com ele? Ô bichinho ruim… Não sei se era o sono também, duas da madrugada, não tava rendendo nada, então  resolvemos dormir e tentar no outro dia…

De energias renovadas, alex conseguiu vencer com o Blanka e continuamos na jornada de terminar o modo com all personagens, mas eis que encalhamos em outro personagem joinha, El Fuerte. Então ainda falta zerar com alguns para liberar o dr manhattan Seth.

Foi bem legal a jogatina do final/começo de ano, rendeu boas risadas com o vídeo do mundo canibal e o texto do desciclopédia.

Para quem ainda não viu o vídeo, impossível não rir:

 

Comparação Dr. Manhattan x Seth:

Única diferença, é que o dr manhattan tem pinto e o seth tem bola -.-

 

Então é isso, mais uma vez Feliz Ano Novo, algo me diz que esse ano promete! Ah e contaí como foi seu feriado também 😛

[TOYS] I Love GOGO’s

Pois é, muito tempo sem postar, muita coisa acontecendo na minha vida, mas eu não esqueci o blog, na verdade sempre penso em postar algo mas acaba que vou deixando pro dia seguinte… 

Como vi a notícia da nova revista poster dos GOGO’s no blog de brinquedo, e aproveitando que tô de folga hoje resolvi fazer este post que tinha em mente desde novembro, é faz um tempinho..hehehe

Muitos já devem conhecer, os GOGO’s são essas miniaturas que podem ser compradas nas bancas. O pacotinho vem com duas miniaturas e 4 mini-figurinhas e custa R$ 1,50. A coleção é da Panini e são 80 miniaturas! Cada um com 20 opções de cores e 4 modelos especiais: metalizado, glitter, fluorescente (brilham no escuro) e multicolors. No site tem mais informações e um conteúdo bem legal sobre os GOGO’s.

O interessante foi o modo como comecei a colecionar os GOGO’s… No feriado de 2 de Novembro, minha mãe viajou para Friburgo, e meu primo de uns 10 anos que mostrou pra ela a coleção dele, perguntou se eu não estava colecionando também, já que ele sabe que a prima velha aqui adora coisinhas de criança. Então minha mãe que também conhece muito bem a filha criançona que tem, comprou uns pacotinhos e trouxe pra mim. Quando ela chegou aqui falou que tinha um presentinho pra mim que eu ia adorar e que meu primo tinha enviado também (ele enviou uns repetidos dele). Na mesma semana que ganhei os GOGO’s fui nas bancas daqui procurar mais para comprar, acabou que minha mãe comprou mais pra mim também xD

Atualmente minha coleção tá assim:

Esses dias liguei para uma amiga e o filhinho dela de 5 anos queria falar comigo, aí ele contou que tinha GOGO’s, e eu falei, “Eu Também!”, hahaha, aí disse que ia separar uns repetidos para dar pra ele depois. E já tenho alguns para enviar para meu primo também.

É, a dominação GOGO’s já começou, e eu quero mais! E sim, eu sou criançona 😛